Quando a saúde vira uma batalha, você não precisa lutar sozinho contra o plano de saúde.
Quando o médico indica home care (internação domiciliar), muitas vezes é um misto de alívio e esperança:
sair do hospital, manter o tratamento com segurança e dignidade, perto da família.
Mas, em muitos casos, a resposta do plano de saúde vem em uma frase fria, padronizada:
“não está previsto”, “não atingiu pontuação”, “não há cobertura para home care”.
Enquanto o paciente precisa de cuidado urgente, a operadora se esconde atrás de cláusulas e protocolos.
Nesse choque entre papel e vida real, quem mais sofre é a família.
Home care não é luxo, nem “conforto extra”.
É uma extensão da internação hospitalar.
Na prática, significa:
Se o médico prescreveu home care, é porque o paciente não pode ficar sem esse suporte, sob risco de agravamento da saúde.
A família sente que a alta hospitalar, sem o home care adequado, é quase uma alta “para o desespero”.
As operadoras costumam justificar a negativa dizendo:
Por trás dessas frases, está a tentativa de reduzir custos às custas do paciente.
Mas a Justiça já consolidou o entendimento de que:
Ou seja: o que soa como “regra do plano” muitas vezes é, na verdade, ilegalidade.
Casos de home care envolvem urgência real.
Não é algo que possa esperar meses.
Erro técnico, demora ou falta de ação podem fazer o quadro do paciente piorar.
E isso é justamente o que queremos evitar.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já firmou teses muito claras:
Os Tribunais de Justiça, em todo o país, vêm seguindo essa linha.
Na prática, com a estratégia correta, é possível:
Ou seja: o direito à saúde existe no papel e vem sendo confirmado todos os dias na prática forense.
O que faz a diferença é como o caso é levado à Justiça.
A Constituição protege o direito à saúde.
O Código de Defesa do Consumidor protege você contra abusos.
A jurisprudência confirma, todos os dias, essas garantias.
Nosso papel é transformar essas normas em atendimento efetivo, na vida real.
Atuar em demandas de home care não é apenas protocolar uma petição.
É entender o quadro clínico, o tipo de suporte necessário e a urgência.
Cada caso exige:
Um erro técnico pode custar dias preciosos.
E, na saúde, dias fazem diferença no desfecho clínico.
Análise rápida e sigilosa do seu caso
Ação judicial com foco em resultado urgente
Acompanhamento humano e presente
Sem excesso de juridiquês, sem distância, sem abandono.
Cada cliente é tratado como se fosse o único, e cada distrato, como uma missão.
Distrato imobiliário não é uma ação de rotina.
É um tema denso, que envolve interpretação de contratos complexos, cláusulas penais, cálculos financeiros, jurisprudência atualizada e técnica de negociação.
Um pequeno erro de estratégia, em alguns casos, pode significar perda de dezenas de milhares de reais.
Por isso, cada caso em nosso escritório é conduzido de forma artesanal e personalizada.
Nossa equipe é composta por profissionais com sólida formação acadêmica e ampla vivência na área do direito imobiliário e absolutamente todos os casos passam por análise direta e revisão pessoal do Dr. Paulo Roberto Athie Piccelli, Advogado. Professor de Direito Civil e Direito do Consumidor. Mestre em Direito Civil – PUC-SP. MBA em Direito Imobiliário – FGV LAW-SP. Especialista em Gestão Patrimonial e Planejamento Sucessório – Instituto de Ensino e Pesquisa INSPER. Especialista em Direito Civil e Direito Empresarial. IBMEC. Professor no Curso Damásio Educacional (cursos preparatórios e pós-graduação). Professor no Curso Legale Educacional (preparatório e pós-graduação). Professor no Curso PIC (concursos para carreiras policiais). Professor no Curso Prova da Ordem. Professor Convidado na ESA-SP. Professor convidado na Pós-Graduação da FAAP-SP. Presidente da Comissão de Direito Imobiliário da OAB-SP, 101ª Sbs. 2019-2022.
Mais do que um escritório, oferecemos uma advocacia de resultado, com estratégia, método e comprometimento real.